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O que o show do Black Eyed Peas tem a ver com o esporte brasileiro?

Publicado
  • segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
  • por
  • Kiko Andrade
  • Ontem foi realizado no Dallas Stadium o Super Bowl 45, vencido pelo Green Bay Packers. O Super Bowl reúne o vencedor da Liga America e da Liga Nacional de futebol americano para a disputa de apenas um jogo e o vencedor se sagra campeão da NFL. É o maior evento esportivo único do mundo. Somente a abertura das Olimpíadas e a final da Copa do Mundo de Futebol se aproximam do Super Bowl.

    Desde os atentados de 11 de Setembro, é o Serviço Secreto americano quem faz a segurança do evento que cobra por cada trinta segundos de intervalo comercial, 3 milhões de dólares. Na edição de ontem, foram vinculados setenta comerciais dando um lucro líquido de quase 400 milhões de dólares somente com os comerciais.



    O Super Bowl é a final do principal campeonato do principal esporte americano.

    Desde a sua primeira edição, em 1967, no intervalo entre o segundo e terceiro quartos, há um show ou espetáculo de dança que dura vinte minutos. Michael Jackson, Rolling Stones e, esse ano, Black Eyed Peas já se apresentaram no Halftime Show.



    Repito, 20 minutos de show. Ontem, o grupo americano tocou por 13 minutos e restaram apenas 6 minutos para a montagem e a desmontagem do palco. E o que isso tem a ver com o esporte brasileiro?



    Tudo! Ou melhor, infelizmente, nada!

    Os clubes, instituições e cartolas do mundo esportivo ainda não descobriram como tornar um evento esportivo lucrativo e assim conseguir mais dinheiro para o seu clube ou mostrar o esporte para um maior número de espectadores. Na maioria dos casos, as únicas fontes de rendas são os patrocínios das camisas e as cotas da televisão. A renda dos estádios está caindo dia após dia e ao invés de realizar ações para atrair mais espectadores, os cartolas resolvem aumentar o preço dos ingressos.



    E aí você pode me questionar: Mas, por exemplo, não temos uma final no campeonato brasileiro! Sim, eu concordo, mas temos jogos chaves, determinantes! Temos os clássicos e esses jogos poderiam ser totalmente explorados como é o Super Bowl onde qualquer centímetro do estádio é usado para ganhar dinheiro.

    Este ano, o Brasil será a sede do Campeonato Mundial Feminino de Handebol e eu deixo aqui uma sugestão: Homem dos SETE consiga um patrocinador e contrate alguma banda, cantor, artista ou qualquer coisa do tipo para fazer um Halftime Show na final do mundial. Todo mundo vai adorar, você vai lotar o ginásio e receber milhões de elogios. E nem precisa me agradecer pela idéia, tá!



    Mas coloca a final na Arena Jaraguá. É o maior ginásio e o único com estrutura para esse tipo de evento. Faz uma licitação e contrata uma empresa para fazer o isolamento acústico nos vestiários e manda soltar o som! Bom, fica a dica!

    E para vocês, leitores, curtam o show do Black Eyed Peas e reparem na produção, na organização e na marca da Bridgestone como patrocinadora do Halftime Show.

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